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O PROJETO

A ideia, criada e desenvolvida por Brunno Barbosa para a ONG Bandeiras Brancas que contou com a parceria do jornal Sensacionalista.com.br surgiu em meados de 2013, após usuários curtirem e compartilharem um video de uma criança dançando nua para a webcam.

A intenção da campanha é alertar pontenciais pedófilos para que realizem o auto-diagnóstico e procurem tratamento especializado ou caso a pessoa impactada tenha conhecimento de algum crime já cometido(ex: abuso de menores), denunciar pelo número de telefone 100. A ligação é gratuíta.

Atualmente mais de 120mil pessoas foram impactadas pela campanha, 10% desse número veio por meio de buscadores na internet. Essas pessoas procuram por conteúdo pornográfico infantil e são potenciais pedófilos.

Porém as pessoas que acessaram o link, não podem ser considerada criminosa pelo fato de não haver fotos nua da menina. A materia noticiada é ficticia. Contamos com a sua colaboração para que compartilhe em suas redes sociais e ajudar a divulgar a campanha. Isso pode ajudar muitas pessoas.

A campanha foi premiada nos EUA, Brasil e Argentina. E foi selecionado como Honoree pelo Webby Awards, prêmio considerado o “Oscar” da internet segundo o The New York Times.

Para dúvidas e esclarecimentos enviei um e-mail para contato@bandeirasbrancas.com

SOBRE A DOENÇA

A pedofilia está entre as doenças classificadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) entre os transtornos da preferência sexual. Pedófilos são pessoas adultas (homens e mulheres) que têm preferência sexual por crianças – meninas ou meninos - do mesmo sexo ou de sexo diferente, geralmente pré-púberes (que ainda não atingiram a puberdade) ou no início da puberdade, de acordo com a OMS.

A pedofilia em si não é crime é uma doença, porém o código penal considera crime a relação sexual ou ato libidinoso (todo ato de satisfação do desejo, ou apetite sexual da pessoa) praticado por adulto com criança ou adolescente menor de 14 anos. Conforme o artigo 241-B do ECA é considerado crime, inclusive, o ato de “adquirir, possuir, compartilhar ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente.”

Aparentam ser pessoas comuns, com as quais podemos conviver socialmente sem notar nada de anormal nas suas atitudes. Em geral têm atividades sexuais com adultos e um comportamento social que não levanta qualquer suspeita. Eles agem de forma sedutora para conquistar a confiança e amizade das crianças.

Pedófilos costumam usar a Internet pela facilidade que ela oferece para encontrarem suas vítimas. Nas salas de bate-papo ou redes sociais eles adotam um perfil falso e usam a linguagem que mais atrai as crianças e adolescentes. Por isso é muito importante não divulgar dados pessoais na Internet, como sobrenome, endereço, telefone, escola onde estuda, lugares que frequenta, e fotos, que podem acabar nas mãos de pessoas mal intencionadas.

As vezes, a criança envia uma foto para um colega de classe e essa imagem acaba caindo na rede dos pedófilos. Ou porque alguém ligado ao colega que recebeu a foto está numa rede de pedofilia, ou porque a imagem foi colocada em algum blog e, com isso, se tornou pública.

Atenção: Violência sexual contra criança e adolescente é crime!

Para denunciar por telefone: Ligue para o número 100, do Disque Denúncia Nacional, subordinado à Secretaria de Direitos Humanos do Ministério da Justiça. A ligação é gratuita e o serviço funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos finais de semana e feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de defesa e responsabilização, num prazo de 24h.

Denúncia por e-mail: É possível também enviar uma mensagem para a Secretaria Especial dos Direitos Humanos no e-mail: disquedenuncia@sedh.gov.br.

TRATAMENTOS

O primeiro passo é fazer um auto-diagnóstico. Seja pelo estigma, pela culpa ou por não se considerarem doentes, o fato é que poucos pedófilos buscam ajuda.

O tratamento é feito inicialmente com psicoterapia em grupo de um tipo específico: a cognitivo-comportamental, com foco no comportamento "sexualmente desviado" do paciente.

Não é um transtorno de fácil diagnóstico. É difícil, e não basta uma única consulta.

As medicações ministradas são basicamente antidepressivos, que podem ser associados a controladores de impulso e de humor.

Em situações onde o paciente não responde ao tratamento inicial, é aconselhado o uso das chamadas "medicações hormonais". A terapia hormonal não tem como alvo a inibição do desejo. O objetivo não é deixar o indivíduo impotente. Em todos [os tratamentos], a função do especialista é manter o funcionamento sexual [do paciente]. As medicações servem para controlar o impulso altamente desviado e proporcionar a oportunidade de ele redimensionar as escolhas através da modificação das fantasias sexuais.

O tratamento, apesar de não curar, pode ajudar a evitar os crimes.

Não espere o pior acontecer para procurar atendimento. Tenha coragem e abra o jogo.

ONDE SE TRATAR

    Os ambulatórios no ABC paulista e do Hospital das Clínicas, na capital, são alguns dos raros exemplos de atendimento psicossocial a pedófilos no Brasil. São verdadeiras alternativas ao pensamento generalizado que toma a pedofilia como caso exclusivamente de polícia.